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	<title>Reflexões &#8211; Blog Sofia</title>
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	<description>Conhecimento para mudar o mundo</description>
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	<title>Reflexões &#8211; Blog Sofia</title>
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		<title>Flash Apocalypse!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 May 2019 23:22:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edusofia]]></category>
		<category><![CDATA[Learning analytics]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
		<category><![CDATA[flash]]></category>
		<category><![CDATA[flash apocalypse]]></category>
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					<description><![CDATA[Muitas organizações ainda têm cursos ou conteúdos publicados em formato Flash. O flash vai acabar ainda neste ano. Entenda essa questão e como agir estrategicamente para resolvê-la. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim oficial do Flash foi anunciado para o final de 2020, mas sua morte pode acontecer antes. Quando acontecer, acabará o suporte dos navegadores para os Flash Players. Com essa preocupação, a Catalyst, empresa neozelandesa especializada em tecnologias abertas, muito respeitada no mundo das tecnologias educacionais, chamou esse momento de Flash Apocalypse. E nós traduzimos o artigo deles para ajudá-lo a pensar sobre isso!</p>
<blockquote><p><strong>Para os nossos clientes isso pode ser um grande desafio. Atividades educacionais essenciais vão parar e se não houver uma solução rápida, preventiva, isso pode ser um processo muito doloroso por meses. </strong></p>
<p>Paul Stevens, General Manager &#8211; The Open Knowledge Group, Catalyst IT</p></blockquote>
<h2>Como sobreviver ao &#8220;Flash Apocalipse&#8221;?</h2>
<h3>Qual é a questão?</h3>
<p>Parece notícia antiga. Em 2017 a Adobe anunciou que o fim <span class="hljs-keyword">do</span> Adobe Flash seria <span class="hljs-keyword">at</span>é o <span class="hljs-keyword">final</span> de <span class="hljs-number">2020.</span> Naquele momento, o Adobe Flash já estava vencido, os principais usuários do Flash, como o YouTube, já havia migrado para HTML5 e navegadores modernos bloqueavam aqueles banners de propaganda terríveis que usavam Flash.</p>
<p>No entanto, muitas organizações de grande porte ficaram presas usando versões mais antigas do Internet Explorer para acessar aplicativos legados. Deixando de aproveitar o suporte completo de navegadores modernos em HTML5, eles continuaram a usar o Flash em seus produtos de e-learning. Atualmente, os LMSs corporativos geralmente têm grandes catálogos de produtos educacionais que dependem do Flash.</p>
<p>Ainda neste ano os navegadores atuais bloquearão ou desativarão a reprodução do Flash. Dada a escala do uso do Flash dentro dos módulos de e-learning e a dificuldade em encontrá-lo e substituí-lo, chamamos isso de apocalipse do Flash.</p>
<h3>Você será impactado?</h3>
<p>O Adobe Flash é usado tradicionalmente dentro de pacotes SCORM e na codificação de vídeos no formato .flv. É difícil encontrar esses recursos dentro de cada módulo, em cada um dos cursos e não existe ferramentas nativas nas plataformas para detectar esse tipo de arquivo.</p>
<p>Por isso, em dezembro de 2018, a Catalyst lançou um plugin de código aberto do Flash Apocalypse. Ele funciona no Moodle e Totara da versão 2.9 em diante e apresenta todos os recursos do Flash usados na sua plataforma educacional, além de detectar o &#8220;falso-positivo&#8221; quando arquivos Flash tem alternativa de exibição em HTML5. Converse com o suporte da sua plataforma educacional sobre como instalar esse plugin no seu LMS.</p>
<p><a href="https://www.catalyst.net.nz/node/1063" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">Veja mais detalhes no site da Catatyst NZ</a> | <a href="https://moodle.org/plugins/report_apocalypse" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">Baixe o plugin agora</a></p>
<h3>Sobrevivendo ao &#8220;Flash apocalypse&#8221; de forma segura!</h3>
<p>Depois de rodar o <a href="https://moodle.org/plugins/report_apocalypse" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">plugin de relatório &#8220;Flash Apocalypse&#8221; </a>você saberá o tamanho do problema. Se tiver sorte, será um punhado de pacotes SCORM antigos e que podem ser descartados. No entanto, já vimos sites corporativos com um terço ou até com a metade de todo o conteúdo educacional dependente do Flash o que nos apresenta uma tarefa importante para manter seu catálogo em exibição depois de junho.</p>
<p>Existem algumas ações sensatas a tomar: verifique com seu departamento de TI os planos da instituição para o Flash; certifique-se de que seus cursos essenciais são livres de Flash; converse com seus fornecedores de conteúdo sobre a possibilidade de corrigir os módulos que ainda estão em Flash. Exercite o desapego e livre-se dos cursos que não são relevantes, lembrando-se de que alguns cursos podem ter ainda estudantes.</p>
<p>Nossa querida Nikki escreveu um post detalhado em <a href="https://catalyst.net.nz/blog/3fs-surviving-flash-apocalypse" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">os 3F&#8217;s para sobreviver ao Flash Apocalipse.</a></p>
<h3>Compartilhe essa informação!</h3>
<p>Nem todos os profissionais de L&amp;D entenderam a mensagem e a gravidade dessa questão e você pode ajudar! User as redes sociais para ajudar a disseminar essa informação. Veja os botões a esquerda.</p>
<p>&#8212;&#8211;</p>
<p>Este artigo foi traduzido pela <a href="http://www.sofiaeducacao.com/" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">Sofia Educação</a>, a partir do blog da <a href="https://www.catalyst.net.nz/products/elearning" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">Catalyst IT</a>, empresa neozelandesa, fabricante do plugin &#8220;Flash Apocalypse&#8221;, reconhecida pelo desenvolvimento diferentes tecnologias educacionais abertas. Saiba mais sobre <a href="https://www.catalyst.net.nz/products/elearning" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">e-learning na Catalyst IT</a>.</p>
<p>Endereço do artigo original <a href="https://www.catalyst.net.nz/products/flashapocalypse" target="_blank" rel="noopener nofollow noreferrer">https://www.catalyst.net.nz/products/flashapocalypse</a></p>
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		<title>A parceria Sofia e Edwiser</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 May 2019 22:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edusofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[A Edwiser agora fala Português do Brasil. A parceria da Sofia com a Edwiser é um reforço para a nossa crença de que o Moodle deve ser mais bonito, que a estética é relevante e de que precisamos cuidar da experiência do usuário. O melhor tema para Moodle em Português do Brasil por meio da Sofia Educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Agora juntos no Brasil</h3>
<p>A Edwiser é fabricante de plugins interessantes para conectar o Moodle ao seu site WordPress e à sua loja de cursos. E mais, também é fabricante do Edwiser REMUI, o tema mais charmoso para Moodle. Agora a Sofia é parceira da Edwiser REMUI no Brasil, para venda,  implantação, capacitação, tradução e customização do tema. Além disso, a REMUI conta com a Sofia no Brasil para prover conteúdos em português que auxiliem usuários do tema a aproveitarem melhor o que ele oferece.</p>
<h3><strong>Muito além de um tema</strong></h3>
<p>A equipe da Edwiser não se preocupou apenas com a estética do tema mas também com a experiência do usuário. E não é apenas uma capa, como vimos em muitos temas, mas um trabalho intenso de arquitetura e design mesmo para as páginas internas da administração.</p>
<p>Só tomamos a decisão de adotar e oferecer aos nossos clientes esse tema depois de adquirir e testar inúmeros temas e de entender que os temas que vimos estavam apenas acrescentando uma capa bonita, com cara de site, mas por dentro continuávamos vendo apenas um Moodle comum que nos lembrava o velho Moodle, aquele que gera no Brasil uma ideia de qualidade ruim. E sim, ainda ouvimos muitas pessoas torcerem o nariz para o Moodle &#8211; a verdade é que se você for adotar uma plataforma, o Moodle tem muitas ferramentas e pode ser muito útil para um grande número de organizações.</p>
<p>E você tem toda razão de estar um pouco cético! Também torcemos o nariz para a maior parte das instalações de Moodle que vemos. Mas dê uma chance a esse tema e vai ver que o Moodle pode ser incrível!</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-2685 size-full" src="http://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/MoodleSofia-Categorias-de-Cursos.png" alt="" width="1440" height="713" srcset="https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/MoodleSofia-Categorias-de-Cursos.png 1440w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/MoodleSofia-Categorias-de-Cursos-300x149.png 300w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/MoodleSofia-Categorias-de-Cursos-768x380.png 768w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/MoodleSofia-Categorias-de-Cursos-1024x507.png 1024w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/MoodleSofia-Categorias-de-Cursos-740x366.png 740w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<div class="mks_separator" style="border-bottom: 1px solid;"></div>
<span class="mks_highlight" style="background-color: #ededed">[mks_button size="large" title="Button" style="rounded" url="https://edwiser.org/remui/" target="_blank" bg_color="#dd9933" txt_color="#FFFFFF" icon="fa-link" icon_type="fa" nofollow="0"]</span>
<h3><strong>Queremos mais</strong></h3>
<p>Na Sofia, a estética, a arquitetura da informação e a experiência das pessoas são aspectos relevantes. A parceria com a Edwiser nos credencia e deixar o seu Moodle mais bonito e atraente e você poderá aproveitar melhor o que o Moodle tem para oferecer sem torcer o nariz para ele.</p>
<p>Mas não é apenas o Moodle. A Edwiser também é fabricante de outros plugins e produtos para Moodle como formatos de cursos em grade, lista, monitor de site, login único e integrações com WordPress. Tudo isso que criar o ambiente necessário para ofertas de curso tanto em ambientes acadêmicos, quanto corporativos e até comerciais para vendas a varejo. Veja outros conteúdos relacionados aos produtos Edwiser.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-2686 size-full" src="http://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/Painel-moodle-sofia.png" alt="" width="1440" height="713" srcset="https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/Painel-moodle-sofia.png 1440w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/Painel-moodle-sofia-300x149.png 300w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/Painel-moodle-sofia-768x380.png 768w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/Painel-moodle-sofia-1024x507.png 1024w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/Painel-moodle-sofia-740x366.png 740w" sizes="(max-width: 1440px) 100vw, 1440px" /></p>
<h3>Edwiser Remui em português do Brasil</h3>
<p>Agora, você pode contar uma equipe qualificada, que entende de educação a distância e plataformas educacionais e produção de conteúdos para te atender sobre o tema Remui e demais produtos Edwiser. Conte com a Sofia para melhorar a estética da sua plataforma e sua experiência com Moodle a partir da republicação de cursos, instalação de plugins, capacitação e assessoria. Vamos conversar?</p>
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		<title>Ainda vale a pena usar o Moodle?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 21:48:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edusofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[Sempre nos perguntam, mas o Moodle ainda é a melhor plataforma? O que depõe a favor e contra o Moodle, será que ainda vale a pena adotar uma plataforma?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que conversamos com clientes e potenciais clientes ouvimos as mesmas questões: Vale a pena adotar uma plataforma? Será que eu preciso de uma plataforma? E se eu preciso de uma plataforma, por que eu adotaria Moodle?</p>
<p>Se sua organização promove ações de aprendizagem, comunidades de prática ou gestão de conhecimento, tem um número de servidores grande para capacitar ou os servidores estão distribuídos por diferentes localidades. Nessas condições, em geral, a resposta é sim. É interessante ter uma plataforma educacional para organizar as ações de aprendizagem, monitorar resultados e fazer mudanças necessárias para que as ações de aprendizagem estejam sempre conectadas aos objetivos da organização e dos indivíduos.</p>
<p>Isso não quer dizer que você precise de uma plataforma exclusivamente sua, acreditamos que para algumas organizações, ter e manter uma plataforma educacional pode significar um custo alto. Nesse caso, sugerimos que a plataforma custe menos que os conteúdos e que as organizações promovam parcerias com organizações similares para usarem a mesma plataforma.</p>
<p>Por outro lado, caso a sua organização não desenvolva conteúdos exclusivos, mas apenas incentivem a participação dos servidores em cursos online ou outras ações educacionais presenciais, acreditamos que ter um sistema de monitoramento/avaliação de resultados e estratégia organizacionais e controle de custos pode ser suficiente e menos complexo do que uma plataforma educacional. Vamos abordar em outros artigos as Learning Record Stores e outros sistemas de gestão de programas educacionais.</p>
<p>Quando falamos do cenário governo, organizações de médio a grande porte ou instituições educacionais com grande número de servidores/estudantes aí sim, talvez ainda valha a pena ter uma plataforma educacional mais completa conectada ao sistema de gestão financeira e gestão acadêmica.</p>
<p>Para esse cenário, entendemos que ainda não há uma plataforma com a flexibilidade que o Moodle tem.Sabemos que existem diferentes outras plataformas no mercado. E você pode torcer o nariz para o Moodle, entendemos, mas explicamos porque acreditamos que o Moodle ainda seja uma boa solução.</p>
<p>Testamos diferentes plataformas como o LearnDash, Canvas, Adobe Prime, todas essas tem pontos positivos. Por exemplo learn Dash é de código aberto, conectada ao WordPress que é sistema de portal e e-commerce o que torna esse ecossistema bem interessante, mas não tem todas as funcionalidades que o Moodle tem e a flexibilidade funcional que o Moodle permite &#8211; para projetos mais simples ótimo, mas no cenário que apontamos haverá lacunas. Adobe Prime é ótimo para quem usa plataforma Adobe. Mas para o cenário brasileiro ainda não e não há nada mais proprietário que a Adobe. E mais, com a Adobe não em código nenhum aberto. Canvas parece vir com força no mercado, mas novamente, ainda é proprietário demais. Ou seja, nenhuma dessas plataformas tem os 18 anos de desenvolvimento com uma base instalada como a do Moodle. Sem contar que o código aberto é um adicional relevante para a flexibilidade necessária.</p>
<p>Muitas das questões de interface do Moodle (que é a principal crítica em relação ao Moodle) podem ser superadas com um investimento muito menor do que já foi em outros tempos.</p>
<p>Os contras existem, claro, que estão principalmente na complexidade do Moodle (não é complexo por si só, é a quantidade de funcionalidades que o torna difícil de dominar completamente). Mas sinceramente, o que temos vivido com Moodle nos permite falar bem da evolução da plataforma nos últimos 5 anos.</p>
<p>Quando se trata de governo, sempre indicamos um sistema aberto, bastante difundido, por uma questão de continuidade. No Brasil há um cenário complicado de muito desperdício quando há soluções proprietárias e o contrato acaba. Há todo um processo de seleção, licitação que pode acabar fragilizando os projetos educacionais. Nesse sentido, ter uma plataforma com grande base instalada, de código aberto e distribuição livre, minimiza os impactos das transições de gestão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>UX/UI e o calcanhar de Aquiles do Moodle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 20:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edusofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[A experiência do usuário sob as bases de UI/UX sempre foram o calcanhar de aquiles do Moodle. Mas essa ideia de que o Moodle é um sistema feio está ficando para trás. Depois que adotamos Edwiser Remui entendemos que o Moodle pode muito mais. Conheça alguns dos desafios de UX/UI do Moodle que já foram superados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Gostamos do Moodle. Entenda, gostamos mesmo! E vamos explicar o porquê!</strong></h3>
<p>Há uma razão pela qual o Moodle é um dos LMSs mais populares disponíveis atualmente. E não é apenas porque é gratuito, mas porque é repleto de funcionalidades, tem uma comunidade ativa enorme, uma base instalada igualmente respeitável e no final das contas, também é flexível o suficiente para se adaptar ao seu projeto de educação.</p>
<p>Por termos implantado e vivenciado diferentes projetos de educação corporativa usando o Moodle, já ouvimos muitos feedbacks sobre a plataforma. Também vemos o futuro em que o LMS será menos relevante, mas por enquanto, e para a maior parte das situações, o Moodle ainda é uma boa escolha porque oferece os recursos necessários para configurar e gerir cursos, tarefas, questionários, conteúdos e possibilitar aos usuários uma experiência positiva no desenvolvimento de novas competências.</p>
<h3>Mas o moodle é feio! Será que é mesmo?</h3>
<p>Sim, a maior parte das queixas que ouvimos no passado e ainda hoje é que o Moodle é feio. É verdade, o Moodle original, empacotadinho, aquele que você baixa do site pode não ser o sistema mais bonito que já vimos. E claro, essa sempre foi uma das pedras no sapato de quem implanta, trabalha ou aprende no Moodle.</p>
<h3>Então, o <em>desafio</em> é lidar com uma interface de usuário desajeitada.</h3>
<p>Sim! Mas se você tem acompanhado as últimas versões de Moodle, sabe que a partir da versão 3.0 alguma coisa mudou, ou Moodleu :)! Mas será que foi apenas a compatibilidade com smartphones e tablets?</p>
<p>Ok! Vimos muitos temas e a verdade é que a maior parte deles não conseguiu endereçar uma solução convincente, mas a gente tem uma história melhor para contar sobre isso&#8230; E somos bem exigentes quando se trata de estética!</p>
<h3><strong>Experiência do usuário: calcanhar de Aquiles do Moodle</strong></h3>
<p>A gente sabe que em geral a comunidade Moodle parecia mais preocupada com funcionalidades do que com a experiência do usuário. Mas o que exatamente estava errado? Muitos pessoas nos diziam que:</p>
<ol>
<li>A interface não é <em><strong>intuitiva</strong></em> , e sofriam na primeira experiência com o Moodle.</li>
<li><em><strong>Sentiam-se incomodados</strong></em> explorando configurações. Tinham dificuldade para descobrir opções simples.</li>
<li><em><strong>A experiência de navegação foi terrível</strong></em> devido ao grande número de submenus.</li>
</ol>
<h4><em>Aparentemente nada mudou, será? </em></h4>
<p>A verdade é que não mudou tanto assim, mas a Edwiser continuou acreditando no potencial da ferramenta. E se é apenas uma questão de estética e experiência do usuário, vamos trabalhar para melhorar. E então separaram algumas questões para atacar já que o Moodle é uma ferramenta enorme e fica difícil solucionar todas as questões ao mesmo tempo. Mas enfim, as questões mais críticas eram:</p>
<ul>
<li>Não tem apelo.</li>
<li>A interface de usuário parecia datada.</li>
<li>Faltava uma de estrutura clara de navegação, especialmente para novos usuários.</li>
<li>A distribuição original criava uma experiência ruim e dificuldades para aprender a navegar.</li>
<li>Alunos e administradores lutavam para encontrar um caminho em torno de configurações complexas.</li>
</ul>
<h3>Não somos nós quem estamos dizendo&#8230;</h3>
<p>Talvez não precisemos convencê-lo disso, mas aí vão alguns depoimentos colhidos pela Edwiser sobre o Moodle.</p>
<blockquote><p>Prós é que é gratuito, de código aberto e de fácil acesso. Contras é que você tem que ter experiência em programação, é demorado para configurar o curso. Também é difícil encontrar coisas</p>
<p><strong>Janice Harrison, especialista em aprendizagem e desenvolvimento, Sanofi Pasteur</strong></p>
<p>O Moodle é um grande LMS, mas como é open-source, você precisa descobrir muitas coisas… Eu gosto das imensas possibilidades em termos de fornecimento de conteúdo e fornecimento de materiais interativos, mas não é fácil de usar e requer navegação longa. Uma ótima ferramenta, mas poderia ser melhorada.</p>
<p><strong>Fanny Passeport, Escola Internacional Stonehill</strong></p></blockquote>
<blockquote><p>Interface até simples, mas talvez não tão bonito quanto pode ser. Seria ótimo vê-lo usando HTML5 e ser mais moderno e fácil de usar.</p>
<p><strong>Sachi Williamson, autônomo</strong></p>
<p>O Moodle tem alguns recursos interessantes, mas precisa de uma interface mais limpa e mais amigável.</p>
<p><strong>Stephanie Weirich, Desenvolvedor de Equipe, Unidade Intermediária Lincoln 12</strong></p></blockquote>
<h3><strong>Mas existe solução?</strong></h3>
<p>Então..a interface do Moodle pode ser mudada? Dá para melhorar? Que elementos podem ser adicionados ou reestruturados para melhorar a experiência do usuário? Ainda bem que a Edwiser pôde responder algumas das questões e nos dar esperanças de um futuro mais bonito&#8230;</p>
<p>E assim, o REMUI nasceu a partir de algumas premissas:</p>
<h4><strong>Barras laterais / seções claramente definidas</strong></h4>
<p>Este é um problema de interface do usuário. Agora, um grande problema que enfrentei foram as configurações mal destacadas. A adição de uma cor diferente ou limites claramente definidos pode quebrar a continuidade e ajudar a identificar claramente o painel de configurações da área de conteúdo.</p>
<h4><strong>Codificação de cores para recurso visual aprimorado</strong></h4>
<p>Na continuação de seções visualmente compartimentadas, o código de cores ajuda a melhorar a aparência geral de um site. A cor pode reforçar a marca e pode melhorar a acessibilidade digital.</p>
<blockquote><p>Pesquisa da QuickSprout indica que 90% de todas as avaliações de produtos têm a ver com cor. &#8220;Cor&#8221;, escreve Neil Patel, &#8220;é 85% do motivo pelo qual você comprou um produto específico&#8221;. É óbvio para qualquer site que cor afeta as conversões. Grande momento.</p>
<p><strong>Kissmetrics, <a href="https://blog.kissmetrics.com/psychology-of-color-and-conversions/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">psicologia da cor para aumentar as conversões</a></strong></p></blockquote>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-2684 size-full" src="http://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/remui_colors.jpg" alt="" width="1359" height="768" srcset="https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/remui_colors.jpg 1359w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/remui_colors-300x170.jpg 300w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/remui_colors-768x434.jpg 768w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/remui_colors-1024x579.jpg 1024w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/05/remui_colors-740x418.jpg 740w" sizes="(max-width: 1359px) 100vw, 1359px" /></p>
<h4><strong>Widgets configuráveis ​​e links rápidos para navegação fácil</strong></h4>
<p>O Moodle tem muitas opções que muitas vezes confundem os usuários. A experiência do usuário pode ser aprimorada ao fornecer aos usuários uma opção fácil de acessar as páginas que eles estão procurando. Isso pode ser feito categorizando os links nas barras laterais, criando menus personalizados, configurando widgets ou links para páginas ou configurações importantes.</p>
<h3>&#8220;Por que o Moodle ainda é tão feio depois de todos esses anos?&#8221;,</h3>
<h3>Essa foi uma pergunta feita por um usuário do Moodle no Quora</h3>
<p>E Martin Dougiamas &#8211; o fundador e criador do Moodle respondeu:</p>
<blockquote><p>… O Moodle é um sistema complicado com muitas camadas e, embora seja tentador compará-lo a outras coisas, você precisa lembrar que é simplesmente mais complexo do que qualquer outra coisa &#8211; mais do que Facebook, Twitter, Drupal, WordPress ou qualquer outro aplicativo. &#8220;</p></blockquote>
<p>Ele ainda acrescentou que eles se concentram principalmente em estabilidade, desempenho, funcionalidade de back-end, recursos de educação, acessibilidade e padrões, de modo que o término da experiência do usuário sempre fica em segundo plano. Nós entendemos suas prioridades, Martin!</p>
<h3>É aqui que aconselhamos você!</h3>
<p>Um passo para melhorar a interface do usuário e a experiência do usuário do Moodle é <em><strong>usar um tema</strong></em> . Um tema não é usado apenas para mudar a aparência do seu Moodle LMS, mas pode ser usado para mudar a experiência.</p>
<p>Aqui estão algumas dicas para ter em mente ao escolher um tema:</p>
<ol>
<li>Escolha um tema que mantenha o foco nos usuários finais. Um bom tema fornece caminhos de navegação mais curtos e simplifica o uso do LMS.</li>
<li>Claro que a cor é boa! Mas certifique-se de que não haja uma sobrecarga de cores que distraia os alunos. Procure um design limpo com bom uso dos espaços em branco, com espaços para respiro, com leveza e consistência no uso das cores, fontes e marcações.</li>
<li>Certifique-se de que o tema seja responsivo e forneça layouts uniformes, facilitando o uso. E que seja compatível com os plugins que você usa.</li>
</ol>
<h3><strong>Comentários adicionais</strong></h3>
<p>Usar plataformas como o WordPress me estragou. Cheguei a esperar um certo nível de sofisticação quando se tratava de interface de usuário. Mas quando se tratava de Moodle, isso era completamente ausente. Usuários experientes e proponentes do Moodle passaram a aceitar a aparência. Mas você tem que concordar, precisamos fazer mais. O RemUI é um passo adiante nessa direção, mesmo que a gente saiba que pode fazer ainda melhor!</p>
<p>Sabemos que se melhorar a experiência do usuário e arquitetura, O Moodle pode ser uma LMS imbatível, porque mesmo com os defeitos na estética, ainda supera a maior parte dos concorrentes amigáveis e bonitos do mercado&#8230;</p>
<h3>E agora?</h3>
<p>Experimente o RemUI como tema, capriche nas configurações do Moodle e você pode se surpreender com o que já é possível hoje. www.sofiaeducacao.com e Edwiser.</p>
<p>Traduzimos este artigo do blog da Edwiser, mas você pode ler o original em inglês <a href="https://edwiser.org/blog/problem-moodle-ui/">no site .</a></p>
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		<title>Como escolher um tema para Moodle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 May 2019 16:29:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edusofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tema é a base para a interface e a experiência do usuário de qualquer site. Escolher o tema certo para o seu Moodle LMS pode desempenhar um papel fundamental no sucesso do seu projeto de educação. Mas como fazer essa escolha?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Nesses 7 passos, identificamos as principais análises que você deve fazer para escolher o melhor tema para o seu Moodle. E, claro, vamos sempre dizer que o RemUI é o melhor tema, afinal não apenas a Edwiser fez um ótimo trabalho que testamos, usamos e exploramos em diferentes projetos com o Moodle. Mas você não precisa acreditar nisso, então aí vão algumas boas dicas sobre como fazer essa escolha.</p>
<h3>1. Escolha um tema responsivo!</h3>
<p>Este é, de longe, o aspecto mais importante ao escolher um tema para o seu Moodle. Ele deve ser <strong>responsivo</strong>. Ou seja, precisa funcionar em qualquer dispositivo inclusive <em>smartphones</em> e <em>tablets</em>.</p>
<h4>Como você faz isso?</h4>
<p>Para verificar isso, você terá que testar o tema (ou melhor, a demonstração) em vários dispositivos móveis. Mas isso não significa que você tem que sair procurando por dispositivos móveis😀. Existem ferramentas on-line disponíveis, como o <a href="http://responsivedesignchecker.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Responsive Design Checker</strong></a> ou o <a href="http://quirktools.com/screenfly/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Screenfly</strong></a> , com as quais você pode testar os resultados.</p>
<ul>
<li>Um tema responsivo deve ter navegação simplificada em um dispositivo móvel.</li>
<li>As imagens e o texto são redimensionados para melhor visualização e sem perda de qualidade.</li>
</ul>
<p>Se o tema for responsivo ou compatível com dispositivos móveis, ele se ajustará automaticamente nas diferentes telas. Você poderá visualizar e interagir com o conteúdo com o mínimo de zoom, deslocamento e rolagem.</p>
<p><span class="goog-text-highlight">Um tema responsivo é importante por dois motivos:</span></p>
<p>A porcentagem de aprendizes móveis está crescendo e não há escapatória. Cada vez mais pessoas usam dispositivos móveis para aprender. Você deve estar cansado de ouvir isso&#8230; mas a própria Google começou a aumentar a classificação de websites otimizados para dispositivos móveis. na verdade penalizando sites que não são compatíveis com dispositivos móveis.</p>
<h3><strong>2 Procure por uniformidade no design</strong></h3>
<p>O Moodle em sua configuração padrão tem uma aparência <em>simplista &#8211; </em><em>muito </em><em>simplista,</em> alguns podem dizer. Mas em compensação, isso pode ser um benefício ao pensar em um ambiente de aprendizagem livre de distrações.</p>
<p>No entanto, um bom tema pode inserir cores ou elementos adicionais. Mas atenção: um pouco de cor é necessário desde que de que não interfira negativamente na aprendizagem. Cores muito gritantes, ou quando usadas de modo inadequado, podem criar ruídos visuais indesejáveis. Se houver mudanças drásticas de uma tela para outra, o tempo para se adaptar a essas mudanças dificultará a interação com o conteúdo.</p>
<p>Verifique se o esquema de cores usado, as fontes e os títulos sejam uniformes em todos os layouts. Procure por uma interface de usuário simples, mas moderna e criativa. No final das contas queremos um tema que melhore a aparência e experiências do usuário com o Moodle, se ele não agregar isso, por que estaria escolhendo um tema premium?</p>
<h3><strong>3 Verifique a arquitetura da informação</strong></h3>
<p>A maioria de nós acha que um tema controla apenas as cores e a fonte de um site. Mas isso <em>não</em> é verdade.</p>
<p>O tema também determina os <strong>layouts</strong> (posição do conteúdo), <strong>navegação</strong> (descoberta de conteúdo), <strong>cabeçalho</strong> , <strong>rodapé</strong> e vários <strong>elementos da interface do usuário</strong> &#8211; basicamente a arquitetura de informações do seu Moodle.</p>
<p>A arquitetura da informação afeta a experiência dos usuários do site e é uma medida importante ao escolher um tema. Ao selecionar um tema Moodle, avalie:</p>
<ul>
<li>Simplifica ou dificulta a navegação?</li>
<li>As funcionalidades agregadas pelo tema são simples de usar?</li>
<li>Os layouts são uniformes?</li>
</ul>
<h3><strong>4 Velocidade no carregamento</strong></h3>
<p>Um tema que você encontrou parece legal, mas leva 6 segundos para carregar? Isso não é bom! Sei que 6 segundos não parece tanto, mas no mundo on-line você tem menos de 3 segundos para engajar um usuário. De fato, suas páginas LMS precisam abrir em até 2 segundos (claro que nesse caso é preciso considerar a velocidade de acesso do usuário e o servidor de hospedagem onde está o seu Moodle).</p>
<blockquote><p>“40% das pessoas abandonam um site que leva mais de 3 segundos para carregar. Um atraso de 1 segundo na resposta da página pode resultar em uma redução de 7% nas conversões. ”</p>
<p><strong>Kissmetrics</strong></p></blockquote>
<p>Um tema pode ser atraente, mas se ele incluir uma horda de arquivos CSS e JS ou imagens grandes, isso pode tornar o tema pesado e o Moodle lento. Sites lentos afetam a experiência do usuário e seus rankings nos mecanismos de busca.</p>
<p>Agora, isso pode não ser uma estratégia infalível para testar o tema, porque a maioria dos temas otimiza seus sites de demonstração, mas você pode testar a demonstração do tema usando ferramentas como o <a href="https://gtmetrix.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>GTmetrix</strong></a> . Certifique-se de testar várias páginas para anotar a velocidade de carregamento.</p>
<h3><strong>5 Verificar a compatibilidade do navegador</strong></h3>
<p>O Chrome e o Firefox são os <a href="http://www.w3schools.com/browsers/browsers_stats.asp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>principais navegadores usados</strong></a> . E você precisa testar o tema nesses navegadores. E claro, já íamos nos esquecendo&#8230; O Internet Explorer é o terceiro navegador mais popular usado e você não pode ignorá-lo (só um pouquinho hehehe&#8230;)</p>
<p>Para uma experiência de usuário ideal, você precisará testar o tema em vários navegadores e versões mais antigas dos navegadores. Às vezes, os desenvolvedores de tema especificam a compatibilidade do navegador. Caso contrário, você pode usar um serviço como o <a href="https://www.browserstack.com/screenshots" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>BrowserStack</strong></a> para testar modelos de tema.</p>
<h3><strong>6 Flexibilidade da personalização</strong></h3>
<p>Sim, isso é relevante. Não dá para pensar que um tema feito por um laboratório de softwares vai casar perfeitamente com suas necessidades, isso é muito raro de acontecer! Cada organização tem necessidades, histórias e modos de usar a plataforma e é bom que o tema ofereça possibilidades mínimas de customização.</p>
<p>Por exemplo, é muito conveniente poder alterar o esquema de cores de acordo com sua marca ou adicionar seu próprio logotipo. Mas, além dessas mudanças simples, seu tema deve ser adaptável ao seu cenário.</p>
<p>Claro, sempre há a alternativa de codificar. Mas poxa! Só queríamos fazer pequenos ajustes e não queríamos depender de um desenvolvedor para isso&#8230; Mesmo assim, garanta que o código esteja organizado e disponível caso seja necessário mexer.</p>
<p>Um tema premium deve fornecer opções de personalização suficientes:</p>
<ol>
<li>Para carregar seu próprio logotipo ou adicionar o nome da empresa</li>
<li>Para alterar as cores dos botões, vincule as cores e realce as cores</li>
<li>Para editar modelos de página (adicionar barra lateral, exibir largura total)</li>
</ol>
<h3><strong>7 Documentação e suporte</strong></h3>
<p>Normalmente, as pessoas gastam tempo avaliando recursos e não avaliam os serviços de suporte e a documentação do tema. E isso é um erro que pode custar muito. Quando escolher o tema RemUI ficamos impressionados com a rapidez das respostas e isso nos ajudou muito na escolha final. Um dos pontos que nos conecta com a Edwiser, também temos esse cuidado ao atender nossos clientes.</p>
<p>Quando for escolher um tema, garanta que ele tenha uma boa documentação e que o suporte seja rápido e eficiente. Acredite, você não quer gastar seu tempo navegando pelas opções de tema, imaginando o que fazer. E se algum problema aparecer, não quer depender o tempo inteiro de um desenvolvedor. Se for um desenvolvedor, não quer ficar adivinhando o código.</p>
<p>Temas premium têm precisam de um pacote de suporte e documentação incluída. Se a documentação estiver disponível no site ou no ambiente de demonstração, explore-a e certifique-se de que está atualizada e detalhada o suficiente para sanar suas dúvidas.</p>
<h3>Ainda acrescentamos</h3>
<p>Acredite na rede! Leia os comentários para saber a opinião dos clientes. Verifique os termos e condições, as políticas de reembolso, o preço e as condições da licença antes de fazer uma compra.</p>
<h2><strong>Resumindo</strong></h2>
<p>Escolher o melhor tema do Moodle não tem receita de bolo, mas não é uma ciência para poucos. Tudo o que você precisa fazer é seguir os passos acima e tomar decisões conscientes. Mas conte aí&#8230; você tem um tema favorito? O que você mais gosta no tema que adotou&#8230;  A gente recomenda o RemUI, mas já usamos e respeitamos vários outros! Confessamos que vamos usar a sua opinião para nos inspirar e melhorar o RemUI.</p>
<p>Esta é uma adaptação e tradução de um artigo da Edwiser, parceiro da Sofia, fabricante do RemUI. Leia o <a href="https://edwiser.org/blog/pick-premium-theme-moodle/">artigo original no site da Edwiser.</a></p>
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		<title>Metodologias ativas, existem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Apr 2019 20:39:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edusofia]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem baseada em problemas]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem baseada em projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologias ativas]]></category>
		<category><![CDATA[sala de aula invertida]]></category>
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					<description><![CDATA[Abordagens aplicadas costumam ser mais eficientes quando se trata de educação. É preciso desenhar com cuidado cada etapa desse processo grandioso que é aprender. Evitamos falar em metodologias ativas porque acreditamos que aprender é um processo necessariamente ativo e não temos como nos livrar dele. Mas acreditamos em metodologias orientadas à prática, à participação que incentivem o protagonismo das pessoas para abraçarem seus caminhos de aprendizagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>O que seria uma metodologia passiva?</h2>
<p>Sempre que lemos algo sobre metodologias ativas, ficamos intrigados sobre como seria criar uma ação com metodologias passivas. O fato é que o ser humano raramente é passivo. Se eu decidir não participar, isso não seria uma ação deliberada de não participação?</p>
<p>Por outro lado, somos um tecido de aprendizagem e é difícil nos livrarmos da capacidade que temos de pensar, mudar e, portanto aprender. Fico imaginando alguém fazendo um esforço para não aprender, ou um esforço para não pensar. Por isso, para a Sofia, o termo &#8220;Metodologias ativas&#8221; é um termo didático apenas, mas não representa a proposta de envolver as pessoas em seus processos de aprendizagem e permitir que elas protagonizem seus caminhos.</p>
<blockquote><p>Na Sofia, faz sentido falarmos em propostas de aplicação, de participação prática, ou abordagem orientadas à interação e à prática. E isso não é milagre, é preciso gastar energia e tempo para pensar alternativas que engajem os participantes e permitam a eles exercer suas capacidades de protagonizar seus processos de desenvolvimento.</p></blockquote>
<p>Há algumas abordagens muito claras para orientar ações educacionais à prática:</p>
<ul>
<li>Sala de aula invertida</li>
<li>Aprendizagem baseada em projetos/problemas/cenários</li>
<li>Estudos de caso/Experiência e simulação</li>
<li>Aprendizagem social</li>
</ul>
<p>Existem inúmeras outras metodologias, mas reconhecer essas abre um universo grande de possibilidades de desenho educacional, de interação e de avaliação de aprendizagem e aplicação. Aí vai um esquema com elementos básicos de ações de aprendizagem baseadas em projetos.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2638 size-full" src="http://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2016/09/Captura-de-Tela-2019-04-30-às-22.46.32.png" alt="" width="1306" height="734" srcset="https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2016/09/Captura-de-Tela-2019-04-30-às-22.46.32.png 1306w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2016/09/Captura-de-Tela-2019-04-30-às-22.46.32-300x169.png 300w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2016/09/Captura-de-Tela-2019-04-30-às-22.46.32-768x432.png 768w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2016/09/Captura-de-Tela-2019-04-30-às-22.46.32-1024x576.png 1024w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2016/09/Captura-de-Tela-2019-04-30-às-22.46.32-740x416.png 740w" sizes="(max-width: 1306px) 100vw, 1306px" />Neste espaço você encontra outros conteúdos sobre sala de aula invertida, aprendizagem baseada em projetos, entre outros. Criamos alguns frameworks que dão uma ideia de como começar um desenho educacional para essas abordagens. Veja um exemplo abaixo.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-2637 " src="http://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2016/09/Captura-de-Tela-2019-04-30-às-22.46.10.png" alt="" width="905" height="500" /></p>
<p>Neste blog você encontrará conteúdos específicos que abordam metodologias orientadas à prática e outras dicas sobre como desenhar experiências de aprendizagem significativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Discuta qualidade, não modalidade!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 20:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edusofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[As pessoas ainda torcem o nariz para educação a distância, talvez porque muito do que é ofertado tem qualidade discutível. As questões de qualidade ficam bem visíveis quando se trata de EAD via internet e há mais tempo para se olhar com cuidado. Mas isso é apenas um reflexo da educação formal, oferecida em qualquer espaço. A questão não é a modalidade, mas a qualidade!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>O ser humano já aprendia antes de haver escolas</h3>
<p>Já aprendíamos, muito antes de criarmos um sistema educacional entre carteiras desconfortáveis e experiências pouco significativas. Aprendíamos simplesmente vivendo, observando, experimentando, porque somos essencialmente experienciais. Uma ideia corroborada por diferentes estudos científicos. É preciso reconhecer que essa educação massificada em escala, dentro de espaços fechados, é coisa da industrialização, da necessidade de &#8220;treinar&#8221; pessoas para operarem máquinas nas fábricas.</p>
<p>Mas somos muito melhores que isso. Quando se trata de aprender, somos nós os protagonistas. Se reparamos na jornada da humanidade até aqui, o que aprendemos e produzimos nesse caminho para o bem ou para o mal &#8211; não é apenas fruto da escola, mas do que somos capazes de aprender uns com os outros de modo acumulativo.</p>
<h3>E somos bons nisso!</h3>
<p>Somos muito bons em aprender e não temos como nos livrar disso&#8230; Porque somos constituídos de um tecido complexo que se organiza para as mudanças e nos faz capazes de aprender com todos os sentidos. Reflita por alguns segundos&#8230; Fique em silêncio e tente não aprender nada, não pensar em nada&#8230; Não é fácil! E mesmo em um processo meditativo, possivelmente nosso corpo estará aprendendo algo. Somando-se à nossa capacidade de aprender, há a nossa necessidade de compartilhar porque além de experienciais, somos sociais. E isso aumenta a nossa rede de aprendizagem que envolve, além dos nossos sentidos, a combinação com os sentidos e capacidades de outras pessoas.</p>
<h3>Somos únicos indivisíveis e também combináveis</h3>
<p>E vale ressaltar que falo em combinação e não em divisão. Porque não podemos separar apenas a visão e não usar os demais sentidos que tivermos para reorganizar nossas experiências em termos de mudança. E por isso, a aprendizagem não é divisível, mas combinável.</p>
<h3>Em abundância</h3>
<p>Caminhando por esses pensamentos eu me lembro de que há tempos inventamos a escrita e passamos a documentar aquilo que a linguagem oral não era mais capaz de transmitir. A internet também nos deu mais e mais caminhos de fazer a informação se espalhar e fortaleceu as redes de aprendizagem. Como resultado, há um volume crescente de informações sendo disponibilizadas, todos os dias, vivemos a abundância de informações.</p>
<figure id="attachment_2633" aria-describedby="caption-attachment-2633" style="width: 1129px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="wp-image-2633 size-full" src="http://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/04/retro-2319509_1280.png" alt="" width="1129" height="696" srcset="https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/04/retro-2319509_1280.png 1129w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/04/retro-2319509_1280-300x185.png 300w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/04/retro-2319509_1280-768x473.png 768w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/04/retro-2319509_1280-1024x631.png 1024w, https://www.sofiaeducacao.com/blogsofia/wp-content/uploads/2019/04/retro-2319509_1280-740x456.png 740w" sizes="(max-width: 1129px) 100vw, 1129px" /><figcaption id="caption-attachment-2633" class="wp-caption-text">Imagem antiga de um prensa &#8211; Pixabay</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Aprender na abundância</h3>
<p>Somada a nossa capacidade de aprender a um cenário de abundância de informação, redes e possibilidades, vivemos um cenário muito propício para aprendizagem. Porque aprender é um processo indivisível, contínuo, natural e envolve toda mudança que produzimos em nós mesmos, a partir das nossas experiências e interações conosco, nas nossas reflexões, com o outro, na participação social e com o mundo, na compreensão da nossa identidade, a partir da ideia de pertencer a ele. Esse ideia de aprendizagem é corroborada por diferentes filósofos e teóricos contemporâneos de Carl Rogers, Felix Guattari, a Illeris e Siemens.</p>
<h3>Que sentido faz, então, falar em diferentes modalidades de aprendizagem?</h3>
<p>Como seres experienciais, sociais, indivisíveis, vivendo em abundância de informação, e diferentes possibilidades de aprender, não faz sentido separar e contrapor modalidades, mas combinar modalidades. E foi assim que chegamos até aqui, como seres humanos, envolvendo tudo que tínhamos, combinando maneiras, estratégias e caminhos.</p>
<h3>E, diante disso, por que ainda há quem torça o nariz para EAD?</h3>
<p>Há uma lacuna de resultados positivos na educação. E isso fica nítido quando está disponível na internet. A aula entendiante, as metodologias vencidas, avaliações inconsistentes ficam mais evidentes online.  O conjunto de PDFs com video-aulas não engajam mais que as redes sociais ou os games online. Repetir as aulas presenciais da era industrial, diante do universo de possibilidades e estratégias que as novas tecnologias permitem, não é uma questão de modalidade, mas de qualidade.</p>
<blockquote><p>Se não pudermos aprender a distância, precisaremos sair da sala de aula e desligar o cérebro.</p></blockquote>
<p>Há muitas discussões sobre modalidade. Mas antes de tudo, é preciso entender essa divisão artificial do processo de aprender e separar com cuidado o que é modalidade do que é qualidade. E para discutir qualidade é preciso entender as necessidades e expectativas das pessoas e do mercado (qualquer que seja ele). Então, combinar metodologias e estratégias que sejam adequadas a alcançar os objetivos de aprendizagem, sem preconceito de modalidade, aproveitando o que de melhor cada uma tem a oferecer.</p>
<h3>E vamos falar a verdade, o curso presencial não vai tão bem assim</h3>
<p>Precisamos assumir isso, por mais que doa. A educação formal não vai bem&#8230; Para além dos desafios de natureza econômica decorrentes do cenário nacional, a evasão é grande, os resultados pouco animadores para os estudantes e para as instituições públicas ou privadas.</p>
<p>As instituições educacionais da educação formal viraram intermediárias entre estudantes e professores em um cenário de crescente desintermediação&#8230; Contratam professores pelo currículo formal de acordo com metas de contratação. O professor é o único responsável pelo conteúdo, metodologia e estratégias. Nesse cenário cria-se uma ideia de presencialidade porque parece que a presença é uma forma de coagir os estudantes a estarem lá. Mas como protagonistas da aprendizagem é melhor estarmos engajados do que coagidos. E engajamento não está ligado à modalidade, as redes sociais estão aí para nos contar isso.</p>
<p>Então, vamos falar de qualidade? Vamos apoiar instituições e professores para adotarem de maneira adequada as estratégias educacionais capazes de envolver, engajar e apoiar os estudantes em seus processos de desenvolvimento.  Vamos apoiar estudantes a descobrirem seus propósitos para que também estejam dispostos ao esforço necessário da mudança!</p>
<p>Vamos combinar e não separar modalidades. Vamos discutir o que realmente pode impactar a educação entendendo o desafio que é impactar o desenvolvimento de um indivíduo. Mas na superação desses desafios é que se transforma a realidade.</p>
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		<title>Blog Sofia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Akemi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 20:35:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edusofia]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Estávamos transbordando. Vivemos muitas experiências e começamos a acreditar que compartilhá-las poderia ser útil para muitos dos nosso clientes e também para potenciais clientes. Por outro lado, não se trata apenas de negócios, entendemos que quando compartilhamos informações, abrimos espaços de reflexão, canais de diálogo e envolvemos mais e mais pessoas apaixonadas por educação e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estávamos transbordando. Vivemos muitas experiências e começamos a acreditar que compartilhá-las poderia ser útil para muitos dos nosso clientes e também para potenciais clientes. Por outro lado, não se trata apenas de negócios, entendemos que quando compartilhamos informações, abrimos espaços de reflexão, canais de diálogo e envolvemos mais e mais pessoas apaixonadas por educação e tecnologias, que fazem questão de cuidar dos detalhes.</p>
<h3>Por que um blog?</h3>
<p>Nesse espírito que nasce esse blog! Queremos contar algumas experiências e descobertas, porque andamos pesquisando muito, lendo muito e parece que conseguindo entregar educação a distância com um cuidado extra. Talvez você esteja por aí pensando&#8230;mais um blog? A gente também pensou isso quando começamos a desenhar essa ideia&#8230; mas a verdade é que não encontramos por aí um ambiente em português, falando sobre tecnologias, educação a distância, educação corporativa com as tendências, com uma linguagem simples, com abordagem prática&#8230; Tudo que encontramos é atravessado por um clip-art&#8230; meio antigo, meio sem consistência&#8230;</p>
<hr />
<blockquote><p>O que vai ler aqui é fruto absoluto da prática, da experiência, do que fazemos todos os dias e do que fazemos a vida inteira. Vamos olhar para tendências, mas não vamos falar delas antes de implantar e compartilhar uma informação que possa ser aplicada amanhã!</p></blockquote>
<h3>O que você vai encontrar?</h3>
<p>A gente quer aproveitar o movimento para compartilhar nossas reflexões, aquelas que podem inspirar você a fazer educação para mudar o mundo. Por isso, não vamos nos abster das teorias contemporâneas, desde que possamos ter um olhar aplicado para elas.</p>
<p>Além disso, você vai encontrar instrumentos, esquemas que vão contribuir para que a sua organização avance no modo como pensa e faz educação mediada por tecnologias. Por falar em tecnologias, vamos passar pelas tecnologias de autoria para produção de conteúdos, as de gestão educacional e as de análise de aprendizagem. E, se nos der licença, não serão apenas os sucessos, mas queremos compartilhar nossos processos de experimentação, quem sabe te damos atalhos para não cometer os erros que já cometemos!</p>
<p>Seremos felizes em compartilha, curta, participe, compartilhe. No lab Sofia tem um punhado de gente muito criteriosa (quase chata com processos, projetos, detalhes), mas todos educadores de alma com coração generoso, como em geral os bons educadores são! Quanto mais movimento por aqui, mais movimento por aí. Então venha conosco, compartilhe, discuta, comente&#8230;</p>
<h3>Vamos juntos?</h3>
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